Por endrigo_
13/12/2007
"voc me mentiu."
" verdade. menti, sim."
"voc me mentiu."
"sim, menti, peo desculpas."
"no tem desculpa. me mentiu, sem nenhum motivo."
"peo desculpas, no vai mais acontecer."
"eu no confio mais em voc. no confio mais nas tuas desculpas,
desconfio de qualquer coisa que voc faa."
"bem, sendo assim, por mim, tudo bem."
"voc cruel."
"ei! eu s menti! no venha me acusar de outros pecadilhos!"
"voc hipcrita!"
"certo! eu aceito os rtulos. posso at ser. mas sustento que isso
pouco tem a ver com o que est em questo, agora, em nossa conversa."
"quanto cinismo."
"veja bem: eu menti, sim. fui descoberto, o que uma pena. a culpa da
mentira no est na mentira em si, mas na revelao da verdade. a
mentira a verdade que parece. porm, desculpe-me, mas no posso
aceitar as demais acusaes."
"est bem, est claro. aqui consta ‘mentiroso confesso‘, nada mais."
"timo! agora, por favor, pode especificar, tambm, qual foi a mentira dita."
"isso eu no sei."
"o qu? voc... me fez confessar algo que eu no fiz?"
"eu precisava de uma confisso. aquilo que fez, pouco me interessa."
"mas que diabo! voc me enganou!"
" verdade. enganei, sim."
"voc me enganou..."